The behaviour of the portuguese office market in 2024 with Tiago Falcão
12.11.2024
Tiago Falcão, Partner at Openbook Real Estate, took part in Vida Imobiliária magazine’s opinion forum on forecasts for the behaviour of the Portuguese office market in 2024.
After adapting to an inflationary reality, the office market is expected to accelerate, albeit with some caution, in 2024. The slowdown in inflation and the anticipated start of interest rate cuts are among the most optimistic indicators for restoring investor confidence and progressively increasing investment levels in commercial real estate. In the occupier market, the supply of differentiated spaces remains one of the main challenges, with companies showing growing concern for integrating and complying with ESG metrics in the spaces they occupy.
The ability to meet the pent-up demand for spaces aligned with these new requirements, coupled with the shortage of quality product, will continue to drive the current trend of rising prime rents. The redefinition of company strategies and their workspaces, in order to recover corporate culture and employee productivity, will play a crucial role in the dynamics of the leasing market in 2024 and in what that represents for the future of our economy.
Source: Vida Imobiliário

O comportamento do mercado de escritórios em Portugal em 2024 com Tiago Falcão
Tiago Falcão, Partner da Openbook Real Estate, participou no fórum de opinião da revista Vida Imobiliária sobre as previsões para o comportamento do mercado de escritórios em Portugal em 2024.
Após uma adaptação a uma realidade inflacionista, o mercado de escritórios deverá acelerar, ainda que com alguma contenção, em 2024. O abrandamento da inflação e a previsão do início da descida das taxas de juro são alguns dos indicadores mais otimistas para que seja possível a renovação da confiança dos investidores e o aumento progressivo do nível de investimento no imobiliário comercial. No mercado ocupacional, a oferta de espaços diferenciados mantém-se um dos principais desafios, existindo uma maior preocupação das empresas na integração e cumprimento das métricas ESG dos espaços a ocupar.
A capacidade de resposta à procura reprimida por espaços ajustados a estas novas realidades e a escassez de oferta de produto de qualidade continuará a ditar a atual tendência na subida das rendas prime. A redefinição das estratégias das empresas e dos seus espaços de trabalho, por forma a recuperar a cultura corporativa e a produtividade dos seus colaboradores, terá um papel crucial na dinâmica do mercado de arrendamento em 2024 e no que isso representa para o futuro da nossa economia.
Fonte: Vida Imobiliário
